ATENÇÃO – EXCLUSIVO- O PCC SE ESTABELECE COMO EMPRESA NO MARANHÃO -EXCLUSIVO- ATENÇÃO,O PCC JÁ MORA EM NOSSO ESTADO,LEIA E ENTENDA DE QUE FORMA OS TRAFICANTES AOS POICOS VÃO OCUPANDO NOSSAS PARAGENS,E AUDACIOSAMENTE ELES JÁ ESTÃO A 60 KILOMETROS DE BACABAL -LEIA – EDIÇÃO ESPECIAL SOBRE ESSE ASSUNTO
O PCC, ESTÁ ESTABELECIDO NO BRASIL COMO EMPRESA DA VENDA DE COMBUSTIVEIS,JÁ COMO REVENDEDOR EM QUATRO MUNICIPIOS
RODA VIVA 07-11-2025 -SEXTA -FEIRA
YPÊ AMARELO,PATRIMÕNIO RURAL DAS BELEZAS NATURAIS DE BACABAL-PROXIMO AO SISTEMA DO SAAE NA CURVA DO ANUM


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O BAÚ MOSTRA NA ABERTURA DA EDIÇÃO DE HOJE, UM PAGODE PEGA BEM A ESSA ALTURA PARA ABRIRMOS NOSSA PARTICIPAÇÃO,COM U GRUPO LÁ DE BRASILIA,OU MAIS OU MENOS,ENTÃO VAMOS DE “CORAÇÃO PARTIDO”
O PCC SE ESTABELECE NO MARANHÃO ATRAVÉS DE REDE POSTOS DE COMBUSTIVEIS,DAS BANDEIRAS “DIAMENTE E HD , É O DINHEIRO DO TRÁFICO QUE TENTA MOVIMENTAR A ECONOMIA DO NOSSO PAÍS,JÁ ERA ESPERADO A CHEGADA DESSA GENTE EM NOSSO ESTADO
Postos de combustíveis usados para lavar o dinheiro do PCC são da rede “HD” e “Diamante”

Cinco postos de combustíveis foram interditados em três cidades do Maranhão durante a Operação Carbono Oculto 86, que investiga um esquema de lavagem de cerca de R$ 5 bilhões ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Além dos postos, duas empresas maranhenses também são investigadas por envolvimento com o grupo criminoso, uma delas fica em São Luís.A operação, conduzida pela Polícia Civil do Piauí, foi realizada nesta quarta-feira (5) no Piauí, Maranhão e Tocantins, onde foram interditados um total de 49 postos de combustíveis suspeitos de ligação com o PCC. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, o grupo usava empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro, fraudar o mercado de combustíveis e esconder patrimônio.
– Postos interditados no MA
- – Posto HD 25: BR-316, Km 420 – Povoado Livramento em Peritoró;
- – Posto HD 36: BR-316, Km 421 – Povoado Livramento em Peritoró;
- – Posto HD 28: BR-316, Km 514 – Povoado Buriti Corrente em Caxias;
- – Posto Diamante 28: BR-316, Km 514 – Buriti Corrente em Caxias (Posto HD 28);
- – Posto Diamante 23: BR-230, São Raimundo das Mangabeiras.
– Empresas investigadas no MA
– Consorcio Rota Energia – em Timon: atua em atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral;
– JOI Locações – Pedrinhas em São Luís: atua na locação de automóveis.
– Sobre a operação
A Operação Carbono Oculto 86mira pessoas e empresas envolvidas em um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Piauí, no Maranhão e em Tocantins.
A Polícia Civil do Piauí identificou uma ligação direta entre empresários locais e operadores financeiros de São Paulo. Entre os alvos estão antigos proprietários de redes de postos e intermediários utilizados como “laranjas” em holdings.De acordo com a investigação, foram identificados cerca de R$ 5 bilhões em movimentações atípicas das empresas envolvidas no esquema.A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em: duas casas localizadas em condomínio de luxo nos bairros Uruguai e Novo Uruguai, na Zona Leste de Teresina; cinco apartamentos nas zonas Leste, Sudeste e Sul de Teresina; e uma casa localizada em condomínio em Araraquara (SP). A Justiça determinou o bloqueio de R$ 348 milhões em bens de 10 pessoas e 60 empresas.
Durante a operação diversos bens foram apreendidos, entre eles estão um Porsche de R$ 550 mil e um avião modelo Cessna Aircraft 210M, que pertence ao empresário Haran Santhiago Girão Sampaio. Outros três aviões não foram localizados durante o cumprimento de mandados de busca. Os aviões devem ser enviados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para inserção de gravame — uma restrição nos documentos das aeronaves.
– Quem são as pessoas investigadas
- – Rogério Garcia Peres: gestor da Altinvest Gestão de Recursos, apontado como operador financeiro do PCC.
- – Denis Alexandre Jotesso Villani: empresário paulista ligado à Rede Diamante, envolvido em 40 empresas, incluindo 12 postos no Piauí.
- – Haran Santhiago Girão Sampaio e Danillo Coelho de Sousa: antigos donos da “Rede HD”, responsáveis pela expansão e posterior venda da rede.
- – Moisés Eduardo Soares Pereira e Salatiel Soido de Araújo: empregados e intermediários locais usados como “laranjas” em holdings com sede em São Paulo.
– Empresas e fundos de investimento investigados
A investigação identificou empresas e fundos que compunham a estrutura do esquema:
- – Pima Energia Participações Ltda.: holding criada antes da compra da Rede HD, associada ao Jersey Fundo de Investimentos e à Altinvest.
- – Mind Energy Participações Ltda.: empresa de São Paulo usada para transferir unidades da rede.
- – Rede Diamante / DNPX Diamante Nice Participações Ltda.: nova bandeira que assumiu 12 postos no Piauí e Maranhão, controlada por Denis Villani.
- – Fundos e fintechs: Altinvest, Jersey FIP, GGX Global Participações, Duvale Distribuidora e Copape Produtos de Petróleo.
No total, mais de 70 CNPJs estão ligados direta ou indiretamente ao esquema criminoso. A Polícia Civil do Piauí, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), e o Judiciário adotaram medidas para interromper o fluxo de dinheiro ilegal. Entre as ações estão prisões temporárias, buscas em casas e empresas, bloqueio de contas e bens, interdição de postos e suspensão das atividades das empresas investigadas.A Justiça determinou que os investigados compareçam ao tribunal quando intimados. Eles estão proibidos de sair de Teresina ou mudar de endereço sem autorização. Também não podem se comunicar entre si, nem por redes sociais, aplicativos ou por terceiros.
– Como era o esquema
Segundo a Polícia Civil do Piauí, o valor de R$ 5 bilhões foi identificado em movimentações atípicas das empresas envolvidas no esquema. A suspeita é que ele seja semelhante ao descoberto na Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto.Segundo os investigadores, empresários locais estão ligados aos mesmos fundos e operadores já identificados operação de agosto, considerada a maior operação contra o crime organizado já realizada no Brasil.Para dificultar a identificação dos reais beneficiários, os suspeitos usaram nomes de laranjas, constituíram fundos e usaram fintechs para movimentações financeiras, mesmo modo de operação verificado na outra operação.A investigação aponta ainda que os postos vendiam combustível adulterado e que usaram fraude fiscal para deixar de pagar milhões de reais em impostos.
– Braço do PCC no Nordeste
A investigação teve início após a venda da rede HD, que possui dezenas de postos no Piauí, Maranhão e Tocantins, em dezembro de 2023. A polícia descobriu que a rede foi vendida à Pima Energia e Participações, que havia sido criada apenas seis dias antes da operação.Informações levantadas pelos investigadores indicaram ainda inconsistências patrimoniais e alterações societárias suspeitas.A investigação identificou ainda depósito de mais de R$ 700 mil de um dos suspeitos para uma empresa citada na operação Carbono Oculto por ligação com o esquema do PCC.Ainda segundo a investigação, há indícios de fraude fiscal e de emissão de notas fiscais frias pelo grupo, além do uso de fundos e holdings para ocultar recursos.
DIANTE DESSE FATO,É BUSCAR ALGUM DO BAÚ DA MÚSICA,PARA ESSA REPORTAGEM ESPECIAL QUE REPRODUZIMOS,E PARA OUVIR BASTA APERTAR O PLAY,UMA SEMELHANÇA DA LETRA QUE É MERA COINCIDÊNCIA OU REAL- VAMOS A MUSICA POIS O FATO FAZ PARTE DESSA COMPOSIÇÃO
VOLTOU A ENTRAR EM CENA PROCESSO ADMINISTRATIVO QUE ENVOLVE O EX-PREFEITO LISBOA DE BACABAL, E OUTROS
Mudança na regra do foro leva ação que implica Eduardo DP ao TRF1
Um dos casos que teve sua jurisdição alterada, envolvendo políticos que não estão mais em exercício, refere-se ao ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa. Na ação penal, o MPF acusou o ex-prefeito de suposto delito enquanto exercia suas funções.
Além de Lisboa, o empresário Eduardo José Barros Costa, mais conhecido como Eduardo DP ou Eduardo Imperador, figura como réu. Luiz Antônio Meireles Gomes, Osvaldo Bertulino Soares Júnior, Alfredo Falcão Costa e Luís Alberto Trabulsi Lisboa também são acusados no caso.
Como os supostos crimes teriam causado prejuízos à Fazenda Pública, o parquet solicitou o sequestro de bens dos réus como medida cautelar para garantir o ressarcimento ao erário.De acordo com o MPF, o grupo se uniu para desviar recursos públicos no valor de R$ 630.420,00, provenientes do convênio nº 700144/2011, celebrado entre o Município de Bacabal e o Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE). Além disso, a denúncia aponta que as verbas deveriam ser empregadas na construção de uma escola no bairro Cohab II, no municipio bacabalense.
O caso estava em andamento desde 2019 na Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Bacabal-MA, após o desdobramento de um inquérito da Polícia Federal. Em junho de 2022, o juiz Deomar da Assenção Arouche Júnior atendeu ao pedido e ordenou o sequestro dos bens das pessoas físicas mencionadas pelo MPF.Contudo, em agosto deste ano, a juíza federal Hanna Fernandes Porto, declinou da competência para processar e julgar o presente feito em favor do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).Em seu despacho, ela citou a alteração na orientação do STF, que agora reconhece que a prerrogativa de foro para julgar crimes cometidos no cargo e em função das responsabilidades do cargo persiste mesmo após a saída do cargo, mesmo que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados após o término do exercício.“Dessa forma, não se afigura possível manter a tramitação deste processo perante esta Vara Federal. Com esses fundamentos, buscando conferir coerência ao sistema de Justiça Criminal, bem como para evitar a arguição de nulidades (e prática de atos que se tornem imprestáveis posteriormente), entendo necessário declinar da competência para o processamento e julgamento desta demanda em favor do TRF1”, frisou a magistrada.
O ABRAÇO DA MODA -AO TORCEDOR DO PALMEIRAS – SEGUE O LÍDER
